segunda-feira, fevereiro 15, 2010

Levi van Veluw, o plurifacetado













É caso para dizer que este jovem Holandês faz bom uso da cabeça.
Professor de fotografia, desde 2007 que expõe os seus trabalhos, alguns dos quais foram já premiados. Os temas e as técnicas vão variando, contudo o suporte de base, a sua própria cabeça, mantém-se. Trata-se portanto de um invulgar auto-retrato, que se desmultiplica ao sabor da criatividade do artista. As fotografias não são manipuladas, pelo que há todo um trabalho de caracterização bastante consistente e moroso. É de notar que a posição da cabeça é sempre a mesma, de modo a que o observador dê genuína atenção ao trabalho e não ao seu suporte (literalmente) físico.
Em suma, o indivíduo é a tela, o artista que a compõe e o fotógrafo que a capta e eterniza. Interessante enquanto conceito e visualmente agradável.

sexta-feira, fevereiro 05, 2010

Salazarismo de segunda com cheiro a mofo


A telenovela Mário Crespo vs Sócrates tem sido, no mínimo, curiosa. É de louvar que o jornalista ainda os tenha no sítio e faça frente ao bicho papão em que pretende transformar-se o indivíduo que desgoverna a nação. Por outro lado, é absolutamente caricato que esse mesmo sujeito se não aperceba que a repercussão das palavras do jornalista é muito superior ao alcance que teriam tido os seus textos, já que o povo não é dado à leitura de jornais, muito menos à dos artigos de opinião que nestes constam, e que o Jornal de Notícias não é um dos diários dilectos da maioria dos portugueses. A coisa teria passado de pantufas, não receberia honras de telejornal, nem andaria nas bocas do mundo. Assim sendo, e mais uma vez, Sócrates não primou pela inteligência.
Quanto ao despropósito dos comentários tecidos em público por este na companhia de três membros do seu séquito, os quais são abaixo nomeados no artigo que Crespo deveria ter publicado e que foi alvo de censura, parece-me que não há razão para espanto. Afinal, estamos perante indivíduos de incontestável boçalidade, de incontornável prepotência e, acima de tudo, de suprema ignorância. Ignorância, em particular, dos pressupostos basilares em que assenta um Estado de direito, pelo que seria profícuo enviar ao senhor Primeiro-ministro um lembrete com o artigo 2º da Constituição da República Por
tuguesa: «A República Portuguesa é um Estado de direito democrático, baseado na soberania popular, no pluralismo de expressão e organização política democráticas, no respeito e na garantia de efectivação dos direitos e liberdades fundamentais e na separação e interdependência de poderes, visando a realização da democracia económica, social e cultural e o aprofundamento da democracia participativa.»
Será que o nosso Primeiro pretende rescrever a Constituição? Se calhar pretende mesmo é queimá-la, algo mais consentâneo com os seus padrões de conduta.
Não posso deixar de recordar, na sequência deste episódio e de tantos outros que o antecederam, a célebre "Lei das Rolhas", que impedia a liberdade de imprensa e contra a qual se insurgiram ilustres membros desta nação, entre os quais Alexandre Herculano, Latino Coelho e Almeida Garrett, o intelectual liberal a quem muito devemos e graças a quem temos um Teatro Nacional e um Conservatório Nacional. Tendo em conta, porém, que tal aconteceu em 3 de Agosto de 1850, pensei que cento e sessenta anos depois estaríamos a salvo de similares arbitrariedades tacanhas e indiciadoras da mediocridade que nos governa. Enfim, ilusões! Afinal trata-se do homem que promoveu o Cagalhães em 2008 na cimeira ibero-americana dizendo que este é "uma espécie de computador Tintim, porque é para ser usado dos 7 aos 77 anos" e "porque é resistente ao choque", como comprovou o próprio presidente da Venezuela, Hugo Chavez, que "já o atirou ao chão".
Quem usa o nome e a violenta intimidade de um ditador execrável para promover uma façanha irrisória, a jeito de auto-publicidade a um governo desaustinado, é alguém que se auto-caracteriza com uma triste acuidade, a que só ficam indiferentes os acéfalos ou os que também mamam na teta da grande vaca do Estado.
Resta saber se José Sócrates também vai atirar ao chão todos aqueles que, em nome da liberdade de expressão e da divulgação da verdade, lhe ousarem fazer frente. Creio que tal procedimento seria extremamente profícuo, pois este povo amorfo precisa de ser incitado à rebelião. Mais uma vez me rendo aqui às palavras de Guerra Junqueiro, cuja contemporaneidade é desoladora e vergonhosa
:
"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta. (...) 
Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímis (...). Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este, criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País. A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas. Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se malgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar."
Posto isto, resta ler o texto de Mário Crespo e ter fé num levantamento popular, pois nada indicia que o Presidente da República tome as decisões que se impunham para acabar com tantas escandaleiras que enchem as páginas dos jornais e descredibilizam mais ainda a nação no exterior. Afinal, até me sinto com alma de padeira de Aljubarrota e apetece-me mais malhar em alguma da minha gente do que nos Castelhanos!
Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicado dia 1 de Fevereiro de 2010, na imprensa.

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Sinais dos tempos

É sabido que a concorrência, hoje em dia, é desmedida e que, graças à crise, a oferta é, não raras vezes, superior à procura.
Assim sendo, a cadeia de hotéis Holliday Inn decidiu proporcionar aos clientes um serviço inovador, que se poderá definir como as delícias da botija-humana. De facto, os clientes podem solicitar o aquecimento prévio das suas camas feito por funcionários do hotel, que nelas se deitam até que as mesmas atinjam uma temperatura que oscile entre os vinte e os vinte e quatro graus centígrados.
Segundo Chris Idzikowski, director do Centro de Estudos do Sono de Edimburgo, na Escócia, o processo de adormecimento do corpo principia quando a temperatura do mesmo começa a descer. Esta baixa de temperatura origina-se quando os vasos sanguíneos dos pés e das mãos relaxam e libertam calor.
Visto que uma cama fria inibe este processo, esta deve encontrar-se à temperatura anteriormente indicada, para evitar que as pessoas que têm problemas de aquecimento corporal demorem muito tempo a adormecer ou que possam mesmo ter insónias.
Contrariamente ao que seria de pensar, este método é muito higiénico, pois os funcionários têm um babygrow vestido, luvas e um gorro, o que elimina qualquer possibilidade de contacto com os lençóis do cliente.
Numa época em que a taxa de desemprego não pára de aumentar, esta medida poderá vir a proporcionar um incremento dos postos de trabalho caso atinja o almejado sucesso. Curiosamente, os espanhóis, campeões em matéria de desemprego, proibiram recentemente os homens-sanduiche, aqueles que fazem publicidade entalados entre dois cartazes. Resta saber o que pensarão os nuestros hermanos desta inovadora medida dos excêntricos súbditos de sua majestade. Qualquer dia até pode surgir uma cadeia de homens-botija ao domicílio. É só ligar para um número verde e aguardar que os mesmos batam à porta. Resta saber se já vêem bizarramente enfarpelados ou se ainda se tem direito a streep-tease mediante um pagamento adicional.

sábado, dezembro 26, 2009

Humor natalício













O meu amigo Jorge também podia ser um Bicho Bravo, mas prefere vir à toca e deixar os seus comentários certeiros que, entre outras virtudes, me fazem crer que não estou a pregar aos peixes (até porque a santidade não abunda por estas bandas, como é público e notório). Graças a ele, recebi estes cartoons muito fixes, que contrastaram com os poemas, os postais animados, os anjinhos papudos, os senhores de vermelho, os passarinhos e todo o tradicional imaginário desta quadra.
O meu amigo Jorge prefere colocar o olho atrás da câmara e passar a sua visão do real através de imagens, num gesto despretensioso de puro prazer. Quanto a palavras, regra geral economiza-as, e surgem para melhor desvendar para onde lhe foge o pensamento quando uma foto o eterniza. É mais um blogueiro dos nossos em
http://pontodefugafotoblog.blogspot.com

sexta-feira, dezembro 25, 2009

BOAS FESTAS

familiares, amigos, colegas, conhecidos, viajantes deste blogue
ofereço-vos a todos a minha gratidão
pela partilha virtual

sábado, dezembro 12, 2009

Mundo cão espera o Pai Natal


Vivemos num tempo em que expressões como faz favor, com licença e obrigada caíram em desuso. Aliás, um simples cumprimento é para muitos altamente constrangedor e indício de extrema disponibilidade para com o seu semelhante, pelo que optam pela hipótese de rosnar entre dentes um b'dia olhando em frente ou, versão ainda mais popular, ignorar terceiros por completo mantendo a boca fechada. Curioso mesmo é quando cumprimentamos estes espécimes e recebemos em troca um olhar escandalizado, de suprema violação íntima, que nos questiona: "Conheço-te de algum lado?". Ou melhor ainda, como me aconteceu há tempos, cumprimentar um vizinho no restaurante, de fugida e rodeada de amigos, e só bem mais tarde reparar na esposa, que me respondeu ao sorridente "Boa tarde, como está?" com algo similar a "Sim, boa tarde, porque está cá a família toda, não é só o Sr. X!", num tom audível a dez quilómetros e uma fúria tão desgrenhada que lhe tremiam as bochechas de buldogue, enquanto o dito cujo arreganhava um tímido sorriso amarelado e deixava que o seu metro e oitenta e tal sucumbisse aos oitenta e tal quilos da cara metade. Enfim, agora tenho o cuidado de dar uma varridela visual pelos recintos antes de me aventurar a cumprimentar um qualquer conhecido, não vá o diabo tecê-las.
Entretanto as próprias escolas já adaptaram a sua postura aos tempos contemporâneos, pelo que é frequente os alunos passarem pelos professores, que com eles trabalham três ou mais horas semana após semana, e pretenderem não os ver, retribuindo-lhes já muitos destes da mesma moeda. E como tudo isto está, imagine-se!, interligado, a bola de neve vai crescendo. Com a proibição de fumar no interior dos recintos escolares, entendendo-se por interior as áreas ao ar livre e os espaços verdes, pois é um exemplo nefasto para os discentes, toda a população fuma agora fraternalmente à porta das escolas, sendo os ouvidos docentes mimoseados com fod... e car... em abundância e escorregadios olhares de desafio típicos de quem tem as costas quentes. É calar e deixar arder, pois enquanto cidadãos não podemos retorquir nem advertir o próximo. Isso são tretas lá da Suíça e de outros países de totós onde alguém que nos chame a atenção é ouvido e respeitado. "Não vou cuspir para o chão? Essa é boa! Quem é você para me dizer isso? Nem o conheço. Quer que engula a escarreta é, seu porco?" Um professor de certa idade que segue diariamente a pé comentou calmamente com alguns estudantes, que não conhecia mas que seguiam atrás dele, que o vocabulário que estes utilizavam o esmorecia e não valorizava a sua diária tentativa de os educar. Recebeu o olhar escandalizado acima citado e foi presenteado com o dicionário completo ao longo do percurso, entre epítetos de ave rara dinossáurica e pobretanas que anda de transportes públicos. Uns miuditos, por sinal muito fofos, meus alunos de 7º há dois anos atrás, disseram-me uma vez que "uma cena muita gira é passar com as bicicletas por cima dos pés dos velhotes que estão nos bancos do jardim". Atenção que o fofos não foi irónico, os putos eram porreiros. Pois bem, Educação Cívica para quê? Eis uma disciplina obsoleta cujos frutos estão à vista. O exemplo é a melhor escola e esse, infelizmente, escasseia. Quanto a preservar a natureza, a chamada educação ambiental, "Como disse?! Só os otários é que não usam o automóvel e lá em casa não se faz reciclagem nem se apanham os cocós do Bobi. Além disso é giro ver os automobilistas que param na passadeira, quando nós passamos sem o semáforo estar verde para os peões, descarregarem a sua bílis nos professores que estão à porta a fumar e chamarem-lhes nomes feios, eh, eh! Se for o prof que me deu negativa, espero mesmo que seja o meu pai a insultá-lo."
Os jovens seguem os modelos e estes estão à vista. São empregados do comércio que, após esperarmos pacientemente na fila para beber o café enquanto eles conversam entre si e põem a louça na máquina e limpam as migalhas da torrada, nos interpelam com um seco "diga" e, se não perceberem que queremos uma meia de leite de descafeinado, nos retorquem "hãããm?" São polícias que nos multam porque não temos o papel da inspecção automóvel, mesmo quando estão a olhar para o dístico correspondente no vidro do carro, ou porque a luz do farol da esquerda é mais ténue do que a do farol da direita, mas que se montam na motoreta e alegam ter o leite ao lume quando lhes dizemos que está uma senhora a ser assaltada no multibanco da esquina. São políticos que têm as suas caras diariamente escarrapachadas nos tablóides por estarem associados a maningâncias e actos ilícitos. São padres que sucumbem à pedófila tentação, mulheres e crianças que sofrem maus tratos domésticos, velhos que apodrecem em asilos, parasitas que optam por se apropriar do alheio, deprimidos que põem fim à existência, médicos que não assumem actos de negligência, advogados que se deixam subornar, emigrantes que prevaricam e chamam discriminação ao castigo inerente, homossexuais e doentes com HIV que continuam, de facto, a ser discriminados (quanto mais não seja no íntimo da maioria), crianças que esperam nos orfanatos enquanto casais se esfalfam durante anos para poderem adoptá-las, várias pseudo-instituições de apoio social que engordam orçamentos à custa da credulidade alheia, blá, blá, blá... E findo o prazo de validade estaremos todos num sítio frio e solitário a ser comidos pelos bichos ou iremos churrascar no forno e fertilizar a terra. Alguém pensa nisso? Só é blá, blá, blá porque toda a gente encolhe os ombros e encara tudo isto como normal, ou como conversa para boi dormir, lamechas e fora de prazo, ou como democratização dos costumes, ou como sinal dos tempos, ou como a realidade incontornável com a qual temos que viver e, se formos espertos, compactuar.
O padre António Vieira no Sermão de Sto. António aos Peixes disse, em pleno século XVII, "Vede, peixes, quão grande bem é estar longe dos homens". Tristemente contemporâneas estas palavras no século XXI, o século de todos os progressos, de todos os avanços científicos e tecnológicos, de todas as possibilidades em aberto. O século em que se rejuvenescem caras e corpos à espera da imortalidade enquanto diariamente morrem milhões de seres de fome, em que os que se divertem ganham pipas de massa e os que se esfalfam pagam as contas e os juros dos empréstimos, em que se ligam vegetais a máquinas durante anos enquanto seres vivos que mexem não recebem tratamento médico adequado, em que alguns coleccionam bens fabulosos e outros catam lixo, em que a aparência e o poder roubaram o protagonismo à inteligência e à competência.
Pequeno parênteses de quem muda de canal à sexta à noite e acaba a desabafar na Net: ainda assim, há coisas que nos alentam, como o "Do you think you can dance?", onde as coreografias são fabulosas e os bailarinos exímios, o que brilhantemente ilustra, por comparação, o terrível amadorismo da maioria dos concursos portugueses, onde uns tristes saltam para a ribalta com ar de crianças da primária no recital da escolinha e recebem elogios rasgados dos júris amestrados, que querem é tacho e audiências e sabem que os portugueses reagem muito mal às críticas, mesmo quando estas se destinam apenas a ajudá-los a melhorar ou a privá-los de fazer figuras de urso. Irra, é raro eu querer ser norte-americana, mas que eles levam estas coisas a sério e que são incríveis profissionais que realmente ensinam pessoas com potencial a serem fantásticas, é inegável.
As minhas desculpas pela negrura, pelo pessimismo desalentado, pela rabugice, mas é Natal, deu-me para isto. E é Natal para quantos de nós afinal? Dizem que é a altura certa para pensar nisso e eu, sem qualquer hipocrisia nem artificialismos, bem à minha maneira, pensei.

Merry Christmas

Não conhecia este sítio e achei prático e útil, pois dá-nos sugestões sobre como fazer o que quer que seja visualizando os diferentes vídeos.
Em consonância com a época, fica a hipótese de decorar a árvore de Natal de forma diferente, segundo o autor do feito, contemporânea. Eu gostei. Só questiono o facto da árvore ser verdadeira, o que é uma grande maldade se não for posteriormente replantada.



Christmas Decorations:
How To Decorate A Contemporary Christmas Tree


quinta-feira, dezembro 10, 2009

Body Art














Kim Joon nasceu em 1966 em Seul, na Coreia, e tem formação superior na área da pintura. É detentor de um currículo excepcional e deve zelar bastante pela sua intimidade, pois aparentemente nada mais se consegue saber sobre este indivíduo.
Numa época em que as tatuagens estão in, Kim usa a totalidade dos corpos e cria padrões e texturas de extrema beleza e criatividade. Inspira-se na publicidade, em desenhos de conceituados estilistas, em personagens de filmes ou na arte oriental e produz autênticas telas humanas. Presumo que os seus modelos tenham dificuldade em despir-se com água e sabão das personagens que encarnam.

sexta-feira, dezembro 04, 2009

Igor Siwanowicz









Fotógrafo da National Geographic, este polaco dedica-se particularmente aos insectos, área em que é considerado o mestre da actualidade.
Fica aqui a sugestão, pois vale a pena explorar o enorme manancial de excelentes fotografias deste indivíduo.